quarta-feira, 25 de agosto de 2010

14º ENCONTRO

           Em 26 de agosto de 2011, realizamos nosso último encontro dessa 1ª etapa. Que pena, já estamos chegando ao final. E que pena que nem todos os cursistas compareceram.
           Fizemos a acolhida com adinâmica dos pés, entregando uma folha de ofício e pedindo que desenhassem seu próprio pé, recortassem e colassem no cartaz, acompanhada de um fundo musical que falava de caminhada.
           Começamos nossa atividade, distribuindo a auto-avaliação escrita para que respondessem. Aqui segue  um resumo da auto-avaliação feita por cada cursista:

1 – Em relação a sua frequência nos encontros, como você considera?

- Bom – 7            Regular – 3             Ruim – 1

2 – Descreva sua participação nos encontros:
• Sempre assídua, procurando participar das atividades;
• Em 2009 foi mais ativa, mas participei de todas as atividades propostas;
• Participei ativamente das oficinas, realizei as atividades propostas, respeitei os momentos dos outros e expressei minha opinião, sempre que possível;
• Cada encontro era um renovar de minha prática pedagógica;
• Não participei muito dos debates pois sou tímida. Busquei sempre aprimorar minha prática, reproduzindo em minha sala de aula as atividades estudadas nos encontros;
• Não aproveitei o máximo, porque tenho um vínculo com o município, mas quando pude estar presente aproveitei e dei o máximo de mim;
• Sempre me empenhei para participar ativamente;

3 - Você conseguiu realizar os estudos à distância? Encontrou alguma dificuldade? Quais e por quê?
• Não estudei quase nada devido à falta de tempo e organização para dar conta das atividades da escola e do GESTAR;
• Parcialmente, pois tenho muitas dificuldades em utilizar o computador;
• Sim, apesar do pouco tempo. Sempre que voltava dos encontros e ia trabalhar com as turmas, sentia a necessidade de estudar. Apesar de não ter conseguido estudar na íntegra todos os TP’s;
• Não com a regularidade necessária. Faltou tempo, disciplina e motivação;
• Em parte, por conta de que estava comprometida com minha monografia do curso de pós-graduação e enfrentei alguns problemas de saúde;
• O problema é o tempo, pois além de estudar, planejar, aplicar as atividades, ainda tinha que colocar tudo no papel... escrever não é tão simples assim;
• Não encontrei dificuldades em relação ao material pois é muito claro e de fácil compreensão.

4 – Dos estudos realizados, o que foi mais significativo? Por quê?
• Os textos em que trabalhamos interpretação, porque a partir das atividades realizadas, melhorei minha capacidade de interpretar;
• Novas metodologias para trabalhar alguns conteúdos de forma mais prazerosa;
• A forma de planejar as aulas mudou significativamente. Percebi que existem muitas formas de aprender sem necessariamente ser a partir de explanações;
• A socialização de experiências positivas, o que ajudou a melhorar a prática pedagógica, despertando a vontade de fazer diferente;
• Gêneros textuais;
• Leitura e Processos de Escrita;
• Estilo, coerência e Coesão;
• Todos os estudos foram excelentes;

5 – Quanto ao cumprimento das tarefas de casa (realização das atividades com os alunos, produção e postagem dos relatos) você considera o seu desempenho:
- Ótimo -               bom - 7             regular - 3                    ruim - 1

6 – Considerando que o Projeto de Intervenção é um dos critérios para a certificação adotado pelo GESTAR II, como você avalia sua participação na elaboração e execução do mesmo?
• A vivência com os alunos, foi boa, mas na parte teórica e de finalização do projeto, me omiti um pouco, deixando o outro professor assumir sozinho;
• Acho que poderia ter feito mais. Mas o que fiz foi com muita luta e perseverança;
• Ótima. Elaboramos o projeto com muita seriedade, o executamos e atingimos grande parte de nossos objetivos;
• O projeto foi elaborado com muito esforço e dedicação. Foi muito gratificante e teve um excelente resultado;
• A princípio foi complicado porque sou a única professora que se manteve no programa. Mas depois que coloquei as ideias no papel, o entusiasmo aumentou e me empenhei bastante na realização das atividades;
• O projeto foi feito com colaboração de todos, participando de todo o processo ativamente;
• Muito boa, o projeto foi executado de forma muito prazerosa;
• Regular, faltou tempo e motivação. A quebra do ano letivo e a mudança de turma foram fatores que influenciaram negativamente;
• Efetiva. Desenvolvo as atividades propostas, faço as anotações e dou o feedback para as colegas;

7 – O Programa GESTAR II é uma formação continuada em serviço. Sendo assim, o que este acrescentou à sua prática pedagógica?
• Novos conhecimentos;
• Novas possibilidades didáticas; melhoria na prática pedagógica, com atividades mais atrativas, facilitando a aprendizagem e melhorando os resultados das avaliações externas;
• Estou deixando de ser uma professora conteudista e desenvolvendo minhas aulas sempre inovando a metodologia. Ver meus alunos aprendendo por prazer é melhor do que vê-los aprender por imposição;
• Aprendi muita coisa nova e descobri que tinha algumas informações equivocadas. Mas o que mais me chamou a atenção foi a diversidade e a riqueza de atividades. Eu sempre busquei isto nas formações, mas só encontrei no GESTAR;
• Sinto-me mais preparada para trabalhar com meus alunos e enfrentar os desafios;
• Adoro o material do GESTAR. Utilizo-o também na Rede Municipal;
• Toda uma bagagem de experiências, atitudes e atividades para serem adotados em meu trabalho com os alunos.

8 – Você pretende continuar participando do GESTAR II, fazendo o aprofundamento?
- Sim – 10               Não – 1 (por conta do vínculo com o município)

            Ficamos muito felizes com a auto-avaliação dos cursistas. Percebemos muita sinceridade e maturidade nas respostas. Alegramo-nos por perceber o quanto o GESTAR foi importante para eles.

           Recolhida a auto-avaliação, os cursistas, por escola, apresentaram através de power point e cartazes, os projetos de intervenção por eles desenvolvidos. Confiram os vídeos quando eu conseguir postar. Estou com dificuldades nesta tarefa.           

             A apresentação dos projetos nos encantou. Foram projetos excelentes e que deram bons resultados. Percebemos a empolgação dos cursistas com a aprendizagem  dos alunos. 
             Logo em seguida, fizemos a avaliação geral do curso por escrito e individualmente, respondendo várias questões. Segue a compilação das respostas dadas pelos cursistas.

1 – Em relação à logística dos encontros, considerando os aspectos: ambiente, lanche, horários, calendário dos encontros, ajuda de custo, qual sua avaliação?

- o lanche no geral, foi bom;
- a ajuda de custa é irrisória, o mesmo valor há 20 anos;
- O ambiente era ótimo, confortável, climatizado;
- os encontros nem sempre aconteciam em dias que todos pudessem comparecer;
- os encontros nunca começavam no horário, devido o atraso dos cursistas;
- os encontros sempre no mesmo dia da semana complica a vida de quem tem outro vínculo;

2 – Que avaliação você faz do material utilizado no programa? (TP’s e AAA’s)?
- De excelente qualidade, riquíssimo, trazendo atividades diversificadas e prazerosas e que está sendo utilizado por todos os cursistas;
- O material tem a linguagem dos alunos, levando-os a aprender com entusiasmo.

3 – O Programa GESTAR II oferece uma pedagogia semi-presencial, propondo um feeed-back. Qual sua opinião sobre esta metodologia?
- Uma oportunidade para aprimorar os conhecimentos e melhorar a aprendizagem dos alunos;
- Boa, no entanto, por conta de nossa falta de tempo, deveria ser mais presencial que à distância;
-Muito boa, pois temos a oportunidade de fazer nossos trabalhos e mostrá-los, assim como ver os feitos por nossos colegas;
- Muito boa, pois, ao sair do momento presencial, já ia correndo colocar em prática com meus alunos, o que nos fez aprofundar os estudos;
- deveria ser sempre parte de nossa carga horária de trabalho;
- É no encontro presencial que nos avaliamos;
- A troca de experiência nos momentos presenciais, nos enriquece muito;

4- Avaliando sua formadora:
a) Percebia domínio dos conteúdos e segurança?
- Sim. Tivemos o prazer de ter uma excelente formadora,extremamente capacitada, que dominava os conteúdos, se mostrava preocupada em explorá-los bem e sempre se mostrava segura em suas falas;
- Além de tudo, sua serenidade era demais;
- Percebíamos que se preparava bem;

b) Existia empatia em relação à turma? Como era o relacionamento?
- Era muito compreensiva conosco;
- Uma pessoa maravilhosa de se conviver;
- Sabia manter uma relação harmoniosa com todos;
- Seu relacionamento com a turma, garantiu que muitos não desistissem.

c) A forma como conduzia as oficinas era motivadora?
- Sim. Muito dinâmica e estimulante, despertando a curiosidade e o desejo de fazer;
- Seu jeito peculiar nos motivava sempre;
- Só não era legal quando o tempo era curto e tinha muita atividade;

d) O acompanhamento à distância foi satisfatório?
- Muito satisfatório e frequente; sempre atendeu a todas as demandas e solicitações, demonstrando disponibilidade;
- Em parte, devido a alguns obstáculos, como tempo e distância, mas foi possível ver de perto o que foi feito.

e) Como você percebeu a(s) visita(s) feita em sua escola?
- Uma forma de analisar os trabalhos realizados e orientar;
- Uma forma de acompanhar o processo e destacar a importância do projeto;
- Um ponto positivo. Com a presença da formadora, pudemos mostrar nossos trabalhos e a mesma pode comprovar a seriedade e o empenho em nossas atividades;
- Infelizmente não estava presente quando ela nos visitou;
- Não nos causou medo, pelo contrário, nos passou segurança e respeito ao nosso trabalho;
- Deveria ter sido melhor programada, por conta de nossos horários;
- Deu mais credibilidade ao trabalho;
- Serviu de alimento para o ego do professor cursista;
- Fiquei feliz com o compromisso demonstrado pela formadora;
- Foi muito agradável.

f) Que outras observações você faz a respeito de sua formadora?
- Uma pessoa amável, bem humorada, tranqüila, sensível, compreensiva, meiga, amiga e bastante inteligente;
- seu carisma conquista qualquer pessoa;
- uma pessoa extremamente competente;
- uma pessoa comprometida, organizada, que convence sem impor;
- Muito preparada e preocupada com os resultados dos projetos;
- Muito calma, mesmo diante das dificuldades. Não desanima, o que nos incentiva a não desanimar também;
- Demonstra zelo, interesse, carinho e alegria em tudo o que faz;
- É uma pessoa que tem sede de ensinar e de aprender;

5 – Em relação à implantação do GESTAR II em sua escola, que pontos de facilidade e dificuldade você salientaria?
Facilidades:
- Aceitação pela equipe gestora, coordenação e alunos;
- Os alunos passaram a se interessar muito mais pelas aulas, que deixaram de ser monótonas;

Dificuldades:
- Falta de xerox para aplicar as atividades;
- A princípio causou um estranhamento em pais e alunos, porque o foco não era mais a gramática e o livro didático;
- Falta de tempo para realizar as atividades e dar conta dos relatórios;
- Poucos professores aderiram, às vezes, só um, na escola;

6 – Você percebe resultados positivos pela implantação do GESTAR II em suas turmas? Cite-os:
- Meus alunos melhoraram bastante na leitura, compreensão e na produção textual;
- Os alunos estão mais envolvidos e participativos, mais motivados;
- Aprenderam a gostar de Língua Portuguesa;
- Melhoraram na oralidade;
- Redução de erros gráficos;
- Maior assiduidade dos alunos na biblioteca;
- Maior capacidade de concentração;
- Reconhecimento da necessidade da escrita e reescrita;
- Melhoraram os resultados nas avaliações externas, especialmente nas 8ª séries.

7 - O GESTAR II atendeu suas expectativas? De que forma?
- Sim.
- Hoje vejo meus alunos mais interessados e envolvidos nas atividades propostas;
- Principalmente pelo fato de melhorar meu ponto de vista em relação ao processo ensino-aprendizagem e a forma de avaliar as habilidades dos alunos;
- Tudo o que estava precisando a nível de conhecimento e material, foi atendido;
- Vi muito conteúdo que não tinha visto ainda, ou que tinha visto mas não tinha compreendido;
- Aprendi a valorizar os trabalhos feitos e aperfeiçoá-los;
- Foi diferente dos outros cursos de formação que já participei. Os outros só apontavam as falhas e cobravam resultados. O GESTAR aponta saídas, soluções e amplia as informações;
- Acho que até superou minhas expectativas pela qualidade do material e da formadora;
- Meus alunos desmistificaram a idéia de que Português é difícil;
- Melhorei minha prática;

              Concluída  a avaliação escrita, fizemos um momento de avaliação informal, onde cada cursista quis se colocar, assim como a formadora e a coordenadora Sandra Valéria. Assim, fizemos uma retomada da dinâmica dos pés, escrevendo dentro do desenho dos mesmos, um compromisso que assumíríamos daqui por diante:

- Continuar encontrando estratégias de ensino motivadoras, para que meus alunos aprendam por prazer e não por imposição;
- Que haja mais encontros do GESTAR e que tenha material disponível para os alunos;
- Empenho;
- Dedicação;
- Propagar e por em prática o conhecido, responsabilidade de todo aquele que busca o conhecimento e é tocado por sua luz;
- Continuar empenhado para a realização dos trabalhos firmados ao longo do curso;
- Tentar aplicar todas as atividades do GESTAR com meus alunos, proporcionando-lhes uma aprendizagem de forma significativa e prazerosa. Criar uma outra visão de ensino-aprendizagem;
- "Havia pedras em meu caminho, mas consegui afastar. Algumas permaneceram, outras foram pra bem longe, porém, continuo caminhando e ainda bem que não vou parar. Este não é o último passo da caminhada. Muito ainda vai acontecer e eu tenho certeza de que vai ser tão bom quanto foi nossa primeira etapa. Foi maravilhoso ter dado o primeiro passo e melhor será continuar caminhando."
           Gravamos alguns depoimentos de cursistas. infelizmente, não consegui postar os vídeos!



 13º ENCONTRO    
            Em 05 de agosto de 2010, realizamos nosso 13º Encontro. Acolhemos nossos cursistas com a Caixa de Boas-Vindas.
            Iniciamos o encontro, justificando que o GESTAR, após nosso 14º Encontro, terá continuidade, com momentos de aprofundamento, onde estudaremos as Unidades Ímpares. Explicamos que os encontros acontecerão aos sábados com duração de 6 h.
           A seguir, propusemos um trabalho em equipe, onde cada grupo se responsabilizou de fazer um paralelo entre as atividades propostas nos AAA's e os descritores das OTM's do 6º ao 9º ano, trabalhando apenas as 3ª e 4ª unidades.
           Após o intervalo, demos continuidade ao trabalho e fizemos a socialização dos grupos. Foi  muito interessante e  permitiu aos cursistas, um maior conhecimento dos AAA's. Este trabalho foi compilado e o resultado foi enviado a todos os cursistas via e-mail, para que pudessem utilizar as atividades do GESTAR, seguindo, a partir de agora,  em consonância com as OTM's, sanando, dessa forma, a grande dificuldades que encontravam para fazer essa ligação.
         Concluímos o encontro com os avisos e a avaliação, que foi realizada através de uma folha de papel ofício com as figuras e as respectivas perguntas:


1- Mão aberta: O que vai oferecer a sua equipe?
• Dedicação, mais experiência, compreensão, partilha, uma mão amiga, apoio, amizade, experiências vivenciadas;

2 – Pé: Como serão seus passos após este encontro?
• Mais seguros e confiantes, rápidos e amplos, longos, firmes diante do caminho aprendido,esperançosos;

3 – Coração: Que sentimento leva no coração?
• Esperança, conforto, respeito, amizade, confiança, compreensão, satisfação, alegria, realização;

4 – Cabeça: Qual a melhor idéia do encontro que você leva consigo?
• A necessidade de diversificar, trocar experiências, sempre melhorar, não ter medo de ousar e mudar a forma de trabalhar os conteúdos, aperfeiçoamento, que é preciso aprender cada vez mais, renovar os conhecimentos.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Incentivo à Leitura

Incentive seus alunos à leitura. Este vídeo de Veríssimo é um estímulo.




Sabia que ler é perigoso?

Veja este vídeo com seus alunos.

Tarsila do Amaral

Que tal unir a pintura de Tarsila com a Língua Portuguesa?!

Vídeo

Olá!!!

Olha só que pérola eu encontrei e quis partilhar com vocês.
Poesia "A Menina Transparente", de Elisa Lucinda.

  

sábado, 1 de maio de 2010

12º Encontro

          Em 11/03/10, realizamos nosso 12º e penúltimo encontro, uma Oficina Livre.
 Ah! Já estou com saudades da turma!
Acolhi a turma, a grande maioria é mulher, com um poema de minha autoria e foi recitado pelo companheiro Ênio:

                                                  MULHER
ASSUME O COMANDO!


Eeeeei!
Eiiiii!
Psiu!
Ei!
É contigo mesmo, mulher, que estou falando!
Que fazes aí, assim, largada?
Pareces desconsolada, desanimada...
Que passa?
Olha ao teu redor.
Já viste que há um mundo em tua volta?
Vamos, amplia o teu olhar, lança-o adiante,
Enxerga uma palmo adiante do teu nariz.
Vai lá! Olha a vida que brota de todas as formas.
É! É isso mesmo: a vida!
É bonita demais, apesar de...
Lembra, o Gonzaguinha?
“É bonita, é bonita e é bonita...”
Toma a vida na mão.
- “Deixa a vida me levar, vida leva eu...”
Não! Não a deixa te levar, não.
Zeca Pagodinho que me perdoe...
Mulher, tu tens que assumir o comando.
Tu tens que assumir o comando.
Tu é que tens que assumir o comando da tua vida.
Sabe, o mundo te espera, com teus dons,
 teus saberes, tuas experiências.
O mundo espera teu olhar feminino,
 teu enxergar longe, o teu sorrir.
O mundo espera ansioso por tua participação e colaboração.
O mundo espera que faças algo para que tua vida e a de todos seja melhor.
Sonha, e faz algo ou tudo para que teu sonho se concretize.
Estuda. Busca o conhecimento, aprende com os outros.
Partilha o teu saber.
Vamos, larga essa apatia.
A vida?
Ah! A vida? A vida é vadia,
É alegria,
É poesia. Vive! É, mulher, vive tua vida!
                                                                                     Maria José de Barros

             Conversando com os cursistas, percebi que eles precisavam de um momento para retomar os Projetos de Intervenção Pedagógica que haviam iniciado a elaborar e uma reorientação. Assim, propiciei esse momento de reorientação e foi muito bom, pois pudemos esclarecer algumas dúvidas, conversar com os colegas, na verdade, aquele tempo que na escola nem sempre temos disponível. 

             Em seguida, assistimos o documentário,
 O SABER E O SABOR, e o discutimos em 4 blocos, através da dinâmica GVGO (Grupo de Verbalização e Grupo de Orientação). É uma dinâmica onde formamos dois círculos, um maior (Grupo de Observação) e outro menor (Grupo de Verbalização), um dentro do outro. Os participantes do círculo do centro, discutem o conteúdo, enquanto os outros observam e depois também podem expressar sua opinião. Então, a cada bloco, nós trocávamos os participantes do grupo de verbalização para que todos tivessem a oportunidades de discutir o tema.
           Foi ex-ce-len-te!!!!! Ficamos todos satisfeitíssimos com as discussões que travamos:

1º Bloco: LEMBRAR

        Neste primeiro bloco, assistimos os professores falando sobre suas lembranças de quando foram alunos e colocando o que os marcou mais. Para nós, ficou que, o que marca mais os nossos alunos é o afeto, a esperança e o amor com que os tratamos. "Meu Deus, não sou uma professora amorosa, não sou acolhedora, sou tão grossa com meus alnos!" Confessou uma cursista, mas numa atitude muito séria de reflexão. Foi bonito, perceber sua coragem ao perceber seus limites e colocá-los para o grupo. Foi uma atitude de crescimento.
Parece que muitas vezes fixamos mais nossa atenção,  nos conteúdos imensos e muitas vezes inúteis, esquecendo que nem sempre o conhecimento é tão importante quanto o afeto e que temos alunos tão sofridos e maltratados, em sua maioria que, às vezes, o nosso afeto os assusta.


2º Bloco: APRENDER

          Os depoimentos nos levaram a ver a prendizagem como uma grande aventura. Nesse momento, os docentes deixaram transparecer uma certa mágoa, ao perceberem que o estudante é tão centro das atenções que chega a achar que tem apenas direitos e não tem deveres. Dessa forma, o professor sofre, sente-se desrespeitado por muitos alunos. "Professor é só sofrimento mesmo!" Desbafou uma colega. "Devemos mostrar para nossos educandos que eles devem sim, ser o centro das atenções, mas não apenas como números, mas como gente. Parece que o governo está preocupado, quando implanta seus programas, apenas com números, estatísticas positivas. Parece não estar preocupado com a aprendizagem e sim, com resultados, apenas. E aí, o professor é penalizado.", colocou outra.
          Refletimos também que o professor precisa conservar na criança, a curiosidade. O professor não deve se colocar em um pedestal como o detentor do conhecimento. O professor aprende com o aluno. Primeiro o aluno, depois o livro, o conteúdo.

3º Bloco: ENSINAR

           Neste bloco, os professores falaram do sabor de ensinar e aprender. Vimos que não podemos pedir que nosso aluno seja curioso, tenha prazer em aprender, se nós não somos curiosos nem temos prazer em aprender. Se eu gosto do que faço, meu aluno também vai gostar. Degustar é gostar do que se faz. Não podemos ter vergonha de ser professores. Ficou um questionamento: Como estou colocando sabor no meu fazer, no trabalho com meus alunos????

4º Bloco: SER PROFESSOR e O FUTURO 

Concluímos, a partir da discussão do que foi colocado no documentário, que ser professor é:

  • Ser além do econômico, do salário. É acreditar  que você pode fazer o bem para alguém;

  • Um grandedesafio;

  • Respeitar, dar-se ao respeito e exigir o respeito.


         Após as discussões no GVGO, fizemos um resumo das principais ideias colocadas pelo documentário, assim como as considerações feitas pelos grupos.
          Depois, demos as orientações finais em relação à vivência dos projetos, a conclusão do estudo e aplicação das atividades dos TP's que ainda restam e sobre as visitas que faremos às escolas.
          Concluímos nosso encontro com cada cursista dizendo o que levavam na bagagem:
  • Saudades do grupo;
  • Aprendizagem sobre o toque;
  • A dinâmica do GVGO, foi muito um momento muito rico, uma fonte onde fomos bebendo;
  • Mais coragem para recomeçar;
  • Mais aprendizado;
  • Muito conteúdo;
  • Mais trabalho para dar conta;
  • Sentimento de grupo, companheirismo, solidariedade;
  • Mais  maturidade, refletindo nossa prática;
  • Fortalecimento dos laços de amizade;
  • Tranquilidade;
  • Experiência;
  • Começamos travados na oralidade. Com o GVGO passamos a conhecer nossos colegas mais profundamente;
  • O gosto pelo saber;
  • O sabor do documentário;
  • O sabor de ouvir as experiências dos colegas;
  • Discussões ricas;
  • Desafio de despertar no meu aluno o sabor de aprender;
  • O desafio de arumar minha mala (as atividades atrasadas);
  • Motivação para enfrentar os desafios;
  • O sabor de contribuir e de receber;
  • O sabor, a alegria, o entusiamo.    
          Avalio esse penúltimo encontro como um dos momentos mais ricos de nossa formação. Como formadora, saí bastante fortalecida, ao ver que nossos encontros ajudaram os educadores a refletirem sua prática e encontrarem motivação para continuarem sua missão de despertar o sabor e a alegria da aprendizagem. ESTOU FELIZ!!!!!

Momento do lanche.
 

quarta-feira, 21 de abril de 2010

11º Encontro

            Reiniciamos nossos encontros no ano de 2010, no dia 25/02. Realizamos o 11º encontro, uma Oficina Livre para orientação dos Projetos.
      Acolhi o grupo com a dinâmica do pirulito que nos levou a refletir sobre a importância que tem a cooperação entre as pessoas. Foi bem divertido!
       Depois, informei a cada um sua situação com relação ao cumprimento das atividades, frequência e fiz um levatamento das turmas que estão lecionando este ano.
          Iniciamos o trabalho propriamente dito, fazendo uma sondagem sobre que entendimento eles tinham sobre PROJETO DE INTERVENÇÃO. Após as colocações da turma, solicitei que se reunissem por escola e levantassem a problemática e a temática para o projeto. Feito isto, fizemos um aprofundamento sobre a teoria de projetos, através de slides. E, mais uma vez, os presentes se reuniram por escola para começar a rascunhar o projeto, seguindo as orientações do Guia Geral, pág. 51.
Enquanto discutiam, fiz o assessoramento em cada grupo, tirando as dúvidas e orientando.
          








Percebi que os grupos sentiram algumas dificuldades para definir os objetivos e as estapas do projeto. Para finalizar, orientei-os para concluírem os projetos nas escolas, e me enviarem por e-mail para que eu possa analisar e reorientar.
Em seguida, fizemos a avaliação do encontro:

1. Perguntados sobre o que aprendemos, responderam o seguinte:
- a elaborar projeto;
- a trabalhar em equipe, no que se refere a trabalhar com projetos, partilhando informações, respeitando a opinião dos colegas;
- que o trabalho em grupo é fundamental para a realização de qualquer atividade que envolva a interação;
- sobre as etapas de um projeto de intervenção.

2. Quanto ao que descobriram em relação ao grupo:
- Quando todos têm os mesmos objetivos há mais produtividade e realização;
- O grupo já tinha um bom conhecimento prévio do tema abordado;
- Que uma andorinha só não faz verão e quando se tem sentido de grupo, o trabalho sai mais fortalecido;
- o compromisso com a elaboração do projeto;
- que tomar decisões por um grupo maior, é muito difícil;
- o grupo é atuante, compartilha procura aderir ao trabalho;

3. Em relação ao que precisamos aprofundar sobre este assunto:
- como fazer a fundamentação teórica;
- a aplicação de uma metodologia que venha atender à realidade de cada escola;
- como focar o tema, uma vez que temos dificuldades de definir um tema.

3. Como sugestão, foi colocado o seguinte:
- que todos os cursistas cheguem para os encontros para não ficar uma pessoa só da escola, pensando o projeto;
- que o Governo aumente o valor da diária, que não está cobrindo as despesas;
- um lanche melhor e mais variado, mais reforçado, pois muitos saem de casa muito cedo;
- que a formadora continue trabalhando dessa forma: humilde, dinâmica, paciente, capaz, atenciosa e cheia de boa vontade;
- que nos envie material de pesquisa, bibliografia para a fundamentação teórica.


10º Encontro

           No dia 15 de dezembro aconteceu o nosso 10º Encontro e último do ano de 2009.
Foi um encontro muito bom.
          Acolhemos os cursistas com a música "Comida", de Titãs/Marisa Monte, já que íamos trabalhar com literatura. Cantamos juntos e comentamos sobre nossas fomes e as fomes do mundo.
        Neste encontro, demos continuidade ao estudo do TP 6, agora, com a Unidade 24, 1ª seção. F
Fizemos uma tempestade mental para responder as perguntas: Nossos alunos leem? O quê? Eis as respostas:

         Percebemos então, que nossos alunos leem sim, talvez não exatamente o que gostaríamos que eles lessem. Após a tempestade, refletimos sobre a seguinte afirmação da Educadora Maria Antonieta Antunes Cunha:

"Uma das causas de nossos alunos lerem pouco e mal, está na deficiência de leitura do professor e em equívocos, no tratamento da leitura literária na escola."

Olhe que a discussão pegou fogo! Os cursistas não gostaram muito da generalização que foi feita. Afirmaram concordar em parte, pois, quando ela afirmou "do professor", generalizou, pois não são todos os professores que têm deficiência de leitura. Sentiram-se injustiçados, como se toda a culpa recaísse  sempre, sobre os ombros do professor. Não se questiona a familia, nem os próprios educandos. E assim, algumas questões foram levantadas, como:

  • Os livros didáticos, muitas vezes,trazem textos enormes e desinteressantes para os alunos;

  • Às vezes, o educador quer que o aluno leia só que ele acha que é bom;

  • Professor que está fora da área, mas leciona Português (e não são poucos), sofrem muito por não dominarem os conteúdos e a própria metodologia do ensino da língua;

  • Tornar o aluno um leitor é o sonho de todo professor;

  • Falta espaço específico para leitura em sala e em nossas escolas, para alunos e professores, pois, infelizmente, muitas escolas ainda não possuem biblioteca organizada e com profissionais aptos para a tarefa. O que vemos muito, é professor readaptado, "tapando burac" nas bibliotecas,sem nenhum preparo;

  • As famílias, em geral, não dispõem de condições financeiras e culturais para  investir na compra de livros para os filhos;

  • A jornada de trabalho dos professores, muitas vezes dificulta o professor de ser um leitor. Falta tempo, mas às vezes;

  • Quando o professor leva os clássicos da literatura resumidos, os dicentes gostam.
         Após todas as colocações, fiz algumas reflexões acerca da intenção da fala  da autora. Fi-los perceber como nós, enquanto educadores temos uma leitura precária. Claro, que considerei todas as dificuldades que a categoria enfrenta, por eles colocadas. Mesmo com o nosso tempo escasso, quantos de nós passamos o ano inteiro sem ler um livro, sem fazer uma leitura reflexiva dentro de nossa  área, para nos atualizarmos e aprendermos mais? Às vezes, nossos educando nos colocam contra a parede, quando nos questionam se já lemos determinado livro...
         Refletimos também sobre a metodologia desde sempre ensinamos e tratamos a Literatura e a própria leitura. Sabemos que hoje, há uma grande mudança na metodologia do ensino da Língua. E que só há pouco tempo, é que estamos tendo acesso às novas informações. E com relação à literatura, especificamente,ainda deixa muitoa desejar. Ficou claro que se faz necessário e urgente formações continuadas nessa área.
        Feitas estas reflexões, fizemos uma leitura e aprofundamos o conteúdo das págs. 176 a 178 do TP 6, que traz uma discussão acerca de como o professor trabalha a leitura e a literatura na sala de aula. Depois, fizemos um trabalho em grupo com a atividade das págs. 222 e 223 (Parte III da Oficina 12) referente à 2ª seção, que sugeria uma análise de alguns paradidáticos e clássicos da literatura.
O trabalho foi muito interesante. Os professores apresentaram as obras que trouxeram, analisaram a adequação para a série, e sugeriram formas de como trabalhar aquelas obras em sala. 
 

          Feita a socialização do trabalho em grupos, fizemos uma leitura coletiva e uma discussão do Resumindo da pág. 191, que é o resumo da Seção 2 - A Qualidade literária é primordial no livro para adolescentes?
          A 3ª seção, Existem boas formas de explorar a literatura na escola?, ficou como tarefa para estudo em casa, resumo e envio por e-mail. Também distribuí a xerox do artigo "A Literatura no Ensino Médio: Quais os desafios do professor?" da Profª Mestra Ivanda Martins, para que eles lessem e fizessem uma resenha em casa e me enviassem via e-mail.
          Em seguida, dei alguns avisos em relação à retomada do GESTAR em 2010 e fizemos a avaliação.
 Todos gostaram e participaram ativamente das discussões travadas sobre leitura e literatura. Aprofundamo-nos bastante. O encontro foi considerado proveitoso, apesar de ser em um período tão difícil para os professores se ausentarem das escolas.
         Finalizamos nosso encontro, exibindo slides com as fotos de todos os encontros do ano e uma mensagem de Natal e Ano Novo. Depois, saímos para nosso almoço de confraternização que foi muito gostoso, já com gosto de saudades.





Confiram as fotos no link Slides, nesta página.

sábado, 17 de abril de 2010

João Cabral de Melo Neto recita...

Olá!
Encontrei esse material sobre João Cabral. Acho que pode lhes servir.

http://www.youtube.com/user/xenophon090

quarta-feira, 14 de abril de 2010

9º Encontro

          No dia 09 de dezembro de 2009, realizamos o nosso nono encontro.
Acolhi a todos e todas com uma mensagem e em seguida, fiz a troca de experiências do trabalho e recolhi os relatos dos TP's.
          Nesta encontro, estudamos o TP 6 - Leitura e Processos de Escrita II. Iniciamos com a Unidade 22 - Produção Textual: Planejamento e Escrita.
Refletimos sobre as funções da linguagem através de slides e fizemos a atividade da pág. 80 com um cochicho sobre como eles trabalham a produção de textos poéticos com seus alunos.
O que pude colher foi o seguinte:
- Explica a estrutura do poema e apresenta vários tipos de poemas;
- Explica os recursos utilizados no poema;
- Apresenta vários poemas e faz uma leitura expressiva; em seguida, dá um tema e pede que produzam;
- Conversa sobre gêneros;
- Utiliza a música como motivação.

          Em seguida, expus várias imagens, músicas e textos sobre a fome e solicitei que produzissem  um poema abordando este tema. A princípio, houve uma reação negativa por parte da maioria do grupo. Não gostaram da proposta e sentiram algumas dificuldades. Porém, todos conseguiram produzir. Após a produção, cada um leu o seu poema.
           Fiquei verdadeiramente encantada com a produção. Quantos talentos escondidos! Assim como nossos alunos, é preciso apenas um estímulo e uma oportunidade para que revelemos esse talentos e os aprimoremos. Você pode conferir os poemas ao final desta postagem.
          

  

Dando prosseguimento, realizamos, em grupo, o estudo das págs. 82 a 84 e 87 a 91.
Após o almoço, passamos a estudar a Seção 2 - Planejamento.
           Iniciei fazendo um sondagem sobre que orientações eles costumam dar aos alunos, ao proporem uma produção textual. Em seguida, estudamos, em grupo, o texto "Explorando a Escrita" de Irandé Antunes. Cada grupo estudou um tópico. Logo após, os grupos socializaram as discussões. Foi uma discussão rica. Destacou-se a importância de perceber a frase de Millor Fernandes: o escrever, o reescrever o cortar; a importância de estimular as ideias nos alunos,entre outras.
           Feita esta reflexão, os grupos se reuniram mais uma vez e fizeram a atividade das págs. 106 e 107 e socializaram as discussões.
           Por fim, fizemos um estudo coletivo das págs. 96 e 97 e entreguei o texto "Estratégias de produção" para que estudassem em casa.
           Concluímos nosso encontro com uma avaliação, onde se refletiu o seguinte:

 • Em relação ao conteúdo, à metodologia, ao trabalho da formadora, à aplicabilidade em sala de aula e ao cumprimento da pauta, a maioria considerou positivo.

• Algumas sugestões:

- que a Secretaria repense o valor da bolsa para o almoço, que já não dá mais para as despesas. Esta é uma grita geral em todos os encontros;

- que as capacitações sejam agilizadas durante o ano letivo e não se deixe apenas para o 2º semestre e, principalmente para o final do ano, quando o professorado está assoberbado de trabalho e fica o trabalho de formação prejudicado;

- que no próximo ano, haja um encontro para trabalhar com os professores a produção textual e a reescrita de suas próprias produções.

 



sexta-feira, 19 de março de 2010

8º ENCONTRO - LIMOEIRO


Em 11 de novembro de 2009, realizamos nosso 8º encontro, quando estudamos o TP 2 - Análise Linguística e Análise Literária.
Iniciamos o encontro com uma mensagem de acolhida e um momento de troca de experiências das atividades realizadas.
Em seguida, estudamos a Unidade 6 -  A frase e sua organização.
E como motivação, lemos e interpretamos o poema "Rio sem Discurso" de João Cabral de Melo Neto, onde ele fala do "enfraseamento" (leia-o no final deste relato)
 Distribuímos e discutimos o texto "A Organização da Frase", em duplas e chegamos às seguintes conclusões: que o livro didático bitola muito o trabalho do professor e não está de acordo com as OTM's. Isto tem feito com que o professor seja um pesquisador eproduza conhecimento. Outra coisa que foi colocada é que muitos professores ainda têm dificuldades em trabalhar a gramática dentro da nova perspectiva do ensino da língua.
Depois desta reflexão, fizemos um trabalho em grupo para fazer a atividade 7 da pág. 59. Cada grupo deveria refazer um parágrafo em cartaz e apresentar para o grande grupo. Depois refletimos sobre a revisão textual, que não é uma mera correção gramatical e ortográfica a que estamos habituados a fazer.

Após o almoço, fizemos a leitura deleite com o texto "Ponta da Língua"
Logo após, Trabalhamos a Unidade 8 - Linguagem Figurada, através de sildes e exercitamos esse conhecimento através de uma atividade em grupo, onde cada um deveria criar um texto publicitário ou uma tirinha, usando uma das figuras de linguagem, com destaque para a metáfora. 
O s grupos usaram de muita criatividade como você pode conferir nestas fotos. 




Terminadas as apresentações, demos alguns avisos e fizemos a avaliação:
 Perguntados sobre como se sentiram no encontro e por que, responderam assim:

• Feliz, porque aprendi muitas formas novas de repassar conteúdo, foi bem dinâmico, muita troca de experiência, por estar colocando minhas idéias e aprendizado em prática, porque aumentei meus conhecimentos, foi o melhor encontro;
• Mais culta;
• Leve, pois além de aprender mais, me diverti bastante;
• Iluminada, uma estrela, porque as novas informações, as atividades diferentes e a troca de experiências favorecem luminosidade em nossa prática diária, pois o GESTAR está sendo um brilho em minha prática, pois cada dia estou me renovando, interagindo, me socializando com pessoas diferentes;
• Satisfeito;
• Como em uma escada, subindo os degraus do conhecimento, apesar das dificuldades;


• Com a cabeça cheia de idéias, porque as oficinas do GESTAR possibilitam o surgimento de inúmeras idéias para trabalhar em sala de aula;
• Num hotel 5 estrelas, desfrutando de conhecimentos inovadores para minha prática pedagógica.

POEMA

RIOS SEM DISCURSO

Quando um rio corta, corta-se de vez
o discurso-rio de água que ele fazia;
cortado, a água se quebra em pedaços,
em poços de água,em água paralítica.
Em situação de poço, a água equivale
a uma palavra em situação dicionária,
isolada, estanque no poço dela mesma,
e porque assim estancada, muda,
e muda porque nenhuma comunica,
porque cortou-se a sintaxe desse rio,
e o fio de água por que ele discorria.

O curso de um rio , seu discurso-rio,
chega raramente a se reatar de vez;
um rio precisa de muito fio de água
para refazer o fio antigo que o fez.
Salvo a grandiolquência de uma cheia
lhe impondo interina outra linguagem,
um rio precisa de muita água em fios
para que todos os poços se enfrasem;
se reatando, de um para outro poço,
em frases curtas, então frase e frase,
até a sentença-rio do discurso único
em que se tem voz a seca ele combate.